Instituições se unem para criação de atendimento a jovens em sistema socioeducativo

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Instituições se unem para criação de atendimento a jovens em sistema socioeducativo

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Instituições se unem para criação de atendimento a jovens em sistema socioeducativo

16/02/2018 14h37

image1A juíza Maria Socorro de Sousa Afonso Silva, coordenadora do Juizado da Infância e da Juventude da capital e diretora do Foro da comarca de Goiânia, se reuniu, na última quinta-feira (15), com o presidente do Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente de Goiânia, Agnaldo Lourenço Filho; o presidente do Conselho Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA-GO), Eduardo de Carvalho Mota, e a diretoria de Média Complexidade/ Semas, Helizângela Alves do Nascimento. A pauta da reunião foi a criação de um grupo de trabalho que vai mapear a Rede de Atendimento em Goiânia voltada para adolescentes que estão sob medida socioeducativa.

A coordenadora da Infância requisitou aos presentes sugestões de instituições para se formar cadastro de locais disponíveis para os adolescentes realizarem Prestação de Serviços à Comunidade. O presidente do CEDCA-GO sugeriu que o mapeamento seja feito de forma breve, porém amplo e didático para que possa ser amplamente divulgado.

Esta é a segunda reunião de trabalho que tem como foco construir materiais e alternativas para a implementação mais adequada do sistema socioeducativo no município de Goiânia. "Nós estamos aqui para levantar informações e mapear a rede local de serviços, dentre elas as governamentais e as instituições da sociedade civil que possam atender na sua especificidade estes adolescentes. É uma perspectiva de devolver a esses adolescentes aqueles direitos que foram caçados e que, via de regra, acabaram sendo um dos grandes motivadores da ida deles pro sistema socioeducativo", falou Eduardo.

Ficou definido que este mapeamento será realizado através dos Conselhos Tutelares, que hoje está dividido em seis regiões na capital. E, por meio de parcerias com instituições públicas/governamentais e instituições da sociedade civil/não-governamentais, disponibilizar uma forma de introdução destes adolescentes no mercado de trabalho. (Texto/foto: Mariana Hipólito – Centro de Comunicação Social do TJGO)

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Fonte TJGO

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